quinta-feira, 12 de janeiro de 2012


Edson Nogueira Paim atribuiu a Presidenta Dilma Rousseff a designação de "Dama de Ferro" muito antes do Financial Times, como atesta Pesquisa Google (Postado por Danuza Peixoto Varella)


Brasil Econômico

“Dama de Ferro dos trópicos”
Financial Times compara a presidente Dilma Rousseff à ex-premier britânica Margaret Thatcher. (Págs. 1 e 38)


Edson Nogueira Paim, por haver notado o preparo e competência de Dilma Roussef para o cargo de Presidente da República  bem como a sua fibra, capacidade de liderança e de comando, honestidade, energia, coragem e obstinação, antecipou por mais de oito meses à percepção do Financial Times, assim como da imprensa brasileira e da própria mídia internacional, ao criar o Blog intitulado "Dama de Ferro" Brasileira, como atesta os registros do Google, ao menos, a partir de 31 de março de 2011, como se vê abaixo:  

  1. "Dama de Ferro" Brasileira (Um dos 600 Blogs do Painel ... - blog*spot

    pesquisascomapalavra.blogspot.com/2011_03_01_archive.html
    31 mar. 2011 – "Dama de Ferro" Brasileira (Um dos 600 Blogs do Painel do CoroneL PaiM) ... Nome: Blog do Paim: Local: Lambari, Minas Gerais, Brazil. Médico Clínico e Sanitarista - Doutor em Saúde Pública - Coronel Reformado do ...
  2. "Dama de Ferro" Brasileira (Um dos 600 Blogs do Painel do ...

    pesquisascomapalavra.blogspot.com/.../ex-generais-da-ditadura-arge...
    29 maio 2011 – "Dama de Ferro" Brasileira (Um dos 600 Blogs do Painel do CoroneL PaiM) ... Jornais do Mundo Todo no Painel do Paim ... Médico Clínico e Sanitarista - Doutor em Saúde Pública - Coronel Reformado do Quadro de ...
  3. "Dama de Ferro" Brasileira (Um dos 600 Blogs do Painel do ...

    pesquisascomapalavra.blogspot.com/2010_06_01_archive.html
    "Dama de Ferro" Brasileira (Um dos 600 Blogs do Painel do CoroneL PaiM) ... em Saúde Pública - Coronel Reformado do Quadro de Dentistas do Exército. ...
  4. SISTEMISMO (Um dos 600 Blogs do Painel do Coronel Paim)

    sistemismo.blogspot.com/
    30 out. 2011 – 520 "Dama de Ferro" Brasileira (Um dos 600 Blogs do Painel do CoroneL PaiM) · 521 Bactérias & Virus (Um dos 600 Blogs do Painel do ...
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  5. Piauí (Um dos 600 Blogs do Painel do Coronel Paim)

    niveldomarpaineldopaim.blogspot.com/.../dilma-uma-dama-de-ferro-...
    Piauí (Um dos 600 Blogs do Painel do Coronel Paim). terça-feira, 28 de dezembro de 2010. Dilma, uma "Dama de Ferro" na presidência. Notícia. Seu governo recebe umBrasil como uma das potências emergentes mais promissoras da ...
  6. Escolha e leia um ou mais dentre os - SISTEMISMO (Um dos 600 ...

    sistemismo.blogspot.com/.../escolha-e-leia-um-ou-mais-dentre-os-60...
    11 jul. 2011 – 520 "Dama de Ferro" Brasileira (Um dos 600 Blogs do Painel do CoroneL PaiM) · 521 Bactérias & Virus (Um dos 600 Blogs do Painel do ...
  7. Blogger: User Profile: Blog do Paim

    www.blogger.com/profile/04886160289569279765
    Pernambuco Notícias (N. 1 da série de 600 Blogs do Painel do Coronel Paim) ......"Dama de Ferro" Brasileira (Um dos 600 Blogs do Painel do CoroneL PaiM) ...
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sábado, 17 de dezembro de 2011


Do Ibope para a oposição: retirem a ‘raiva’ da receita

Arte/UOL

Dizem que o brasileiro não tem memória. Bobagem. O que o brasileiro não tem mesmo é muita curiosidade. Se havia alguma dúvida, o último Ibope eliminou.
O primeiro time de ministros nomeado por Dilma Rousseff revelou-se um fia$co. Caíram sete, seis deles envoltos em suspeitas de corrupção.
A grossa maioria dos auxiliares micados veio da gestão Lula. Dilma conhecia-os todos. Ainda assim, nomeou-os. Livrou-se deles por pressão, não por precaução.
A despeito de tudo, Dilma chega ao último Ibope do seu primeiro ano com o governo mais bem avaliado (56%) que os de Lula (41%) e FHC (43%) na mesma fase.
Considerando-se o desempenho pessoal, a popularidade de Dilma alça à casa dos 72%. De novo, ela aparece mais bem posta que os antecessores.
Ao final de 2003, Lula era bem visto por 66% dos brasileiros. FHC amelhou 57% de aprovação no final de 1995, seu primeiro ano na Presidência.
Só a falta de curiosidade do brasileiro explica que o Ibope de Dilma tenha crescido nos últimos três meses.
Desde setembro, o índice de aprovação do governo subiu cinco pontos. Foi de 51% para os atuais 56%. E a taxa pessoal de Dilma oscilou de 71% para 72%.
Se fosse minimamente curiosa, a platéia perguntaria aos seus botões: que diabo de gerente era Dilma que não enxergou a podridão infiltrada na gestão Lula?
Ou ainda: onde Dilma estava com a cabeça quando admitiu o monturo de malfeitores no seu time de ministros?
Mas o brasileiro está noutra. Um pedaço da sociedade (28%) nem se lembra do noticiário sobre corrupção que eletrificaram a Esplanada.
A roubalheira só interessa a jornalistas e à oposição, eis a evidência que salta da pesquisa. A imprensa, por dever de ofício, continuará imprensando.
E quanto à oposição? Bem, a sondagem informa os antagonistas de Dilma desperdiçam seu tempo. Adicionar raiva à receita nunca foi tão fácil. E nunca tão inútil.
O discurso entra por um ouvido e sai pelo outro. O pedaço das galerias que se interessa ouve um tucano criticando Dilma pela aliança com ladravazes.
Depois, olha para o retrovisor e enxerga os operadores da Era FHC em conciliábulos com a mesma turma de salteadores.
Na sequência, o sujeito repara ao redor. A maioria vê o crediário em dia, o Bolsa Família entrando na conta e a geladeira abastecida. A moralidade vira resto.
Suponha que a crise mastigue parte da sensação de prosperidade nos três anos que restam a Dilma.
Nessa hipótese, na hora em que faltar dinheiro e a conta de luz começar a atrasar, o brasileiro buscará alguém que lhe ofereça esperança, não raiva.
Quer dizer: se tudo der mais ou menos certo para Dilma, a reeleição está no embornal. Se tudo der errado, o eleitorado talvez enxergue em Lula uma re-opção.
À oposição já não basta se opor. Se quiser virar alternativa, terá de reler a história com alguma dose de inteligência.
No Brasil, dois políticos chegaram à Presidência cavalgando a raiva: Janio Quadros e Fernando Collor. Ambos resultaram em desastres.
Lula só triunfou depois de se livrar do discurso envenenado que lhe rendera três derrotas.
Antes, o país encantara-se, em 19884, com Tancredo Neves. Embora eleito por via indireta, o velho lobo foi chorado nas ruas porque via-se nele a esperança.

Escrito por Josias de Souza às 20h39

sábado, 10 de dezembro de 2011


Tuca Pinheiro/Divulgação
A abertura do 17o Congresso do PPS transformou-se em ato contra o PT e governo de Dilma Rousseff.
Coube ao presidente da legenda, Roberto Freire, e ao aliado tucano José Serra pronunciar as críticas mais duras.
Afora os ataques, Freire antecipou o que deve ser a principal decisão do Congresso da legenda.
Ao lado de Serra, defendeu a candidatura própria do PPS à Presidência da República em 2014. “Por que não?”, perguntou Freire.
“Quem entender que não devemos é porque entende que, nós, partido político, não devemos disputar o poder.”
Lançada pelo ex-deputado Raul Jungmann, presidente do PPS de Pernambuco, a tese do presidenciável próprio chega ao Congresso como posição quase unânime.
Será debatida neste sábado (10). E deve transformar-se em decisão oficial da agremiação no domingo, dia do encerramento do encontro.
Freire recordou que ele próprio disputou o Planalto em 1989. Nas sucessões de 1998 e 2002, o PPS foi às urnas com Ciro Gomes, hoje no governista PSB.
No trecho do discurso dedicado aos ataques, Freire tratou Dilma como mera extensão do antecessor. “A oposição ao governo Lula tem de continuar a ser dura”, disse.
Censurou o “adesismo” que leva políticos da oposição a buscar abrigo sob o guarda-chuva do consórcio governista.
Curiosamente, participava da cerimônia, como convidado, o ‘ex-demo’ Gilberto Kassab, prefeito de São Paulo e presidente do PSD, que cultiva a “independência” adesista.
Freire fez troça dos que acusam o PPS de denuncista. “Se estamos denunciando, o problema não é nosso, mas do governo, que está sempre envolvido em corrupção.”
Disse que, antes, “a República tremia todo fim de semana” com as capas das revistas. Hoje, “treme todos os dias” com o noticiário dos jornais.
Convidado a manusear o microfone, Serra manteve o diapasão: “Temos que transformar esta indignação em energia, em força de mudança.”
Afirmou que, em matéria de corrupção, o Brasil tornou-se “recordista”. Já “são seis [ministros] afastados por suspeita de corrupção.”
Tratou Dilma como gestora de uma administração por iniciar: “O governo ainda não começou, esperamos que comece no dia 1º de janeiro [de 2012].”
No dizer de Serra, Dilma por ora dividiu-se entre dois temas: “50% do tempo gastos com factóides e propaganda e 50% explicando a queda de ministros.”
Num instante em que o PPS fala de candidatura própria, Serra enalteceu a parceria:
“O PPS, sem desmerecer os outros partidos, foi um dos mais consistentes e fiéis aliados que nós, tucanos, já tivemos.”
Recordou que, no ano passado, teve o apoio do PPS na sua malograda tentativa de eleger-se presidente. Absteve-se, porém, de falar sobre 2014.
Preferiu direcionar a parceria para o presente. Agora, disse ele, PPS e PSDB estão juntos no “combate à corrupção.”
Também presente, o governador tucano de São Paulo, Geraldo Alckmin, cuja administração é marcada com as parcerias com a União, modulou os lábios.
Enalteceu o papel do PPS (ex-PCB) no combate ao autoritarismo e na defesa dos trabalhadores.
“É um partido que tem ética e ter ética é fundamental para servir a cidadania”, elogiou. “O PPS é o partido da modernidade”, exagerou.
A certa altura, Alckmin disse algo que pareceu dirigido ao PT: “O Brasil não é vocacionado para partido único.”
Quanto ao governo Dilma, Alckmin preferiu o reparo econômico à crítica moral. Tomado pelas palavras, descrê da previsão oficial de crescimento de 3,2% em 2011.
“Estamos virando o ano com crescimento zero, menos que o da Europa”, disse o governador, numa referência à estagnação econômica do terceiro trimestre.
Se confirmada, como parece provável, a decisão do PPS de comparecer a 2014 com um nome próprio sera o segundo revés do PSDB na mesma semana.
Na terça (3), reunido em convenção para reeleger seus dirigentes, o DEM também insinuou a candidatura presidencial do senador Demóstenes Torres (GO).

Escrito por Josias de Souza às 06h06

sábado, 19 de novembro de 2011


Dia da Bandeira - 19 de novembro


A Bandeira do Brasil é um emblema que simboliza a nossa pátria.



Todos os anos, no dia 19 de novembro acontecem celebrações em todo o Brasil homenageando a Bandeira, sempre acompanhada do Hino da Bandeira. Nesta data também são queimadas as bandeiras velhas.

Nos dias de festas ou luto em órgãos públicos, ou em situações em que o Brasil está sendo representado a bandeira deve ser erguida. Mas durante a noite, ela não pode ficar erguida, somente se estiver iluminada.

As 27 estrelas presentes na bandeira representam os 26 Estados do Brasil e o Distrito Federal.


Fonte: http://www.colegioweb.com.br/datas/dia-da-bandeira19-de-novembro.html




Dia da BandeiraHistória do Dia da Bandeira Brasileira comemoração, 19 de novembro, criação da data, símbolo nacional
dia da bandeira brasileira


História do Dia da Bandeira

O Dia da Bandeira foi criado no ano de 1889, através do decreto lei número 4, em homenagem a este símbolo máximo da pátria. Como nossa bandeira foi instituíta quatro dias após a Proclamação da República, comemoramos em 19 de novembro o Dia da Bandeira.

Nesta data ocorrem, no Brasil, diversos eventos e comemorações cívicas nas escolas, órgãos governamentais, clubes e outros locais públicos. É o momento de lembrarmos e homenagearmos o símbolo que representa nossa pátria. Estas comemorações ocorrem, geralmente, acompanhadas do Hino à Bandeira. Este lindo hino ressalta a beleza e explica o significado da bandeira nacional.

Curiosidades sobre a bandeira brasileira:

- Quando várias bandeiras são hasteadas em nosso país, a brasileira deve ser a primeira a chegar no topo do mastro e a última a descer.

- Quando uma bandeira brasileira fica velha, suja ou rasgada, deve ser imediatamente substituída por uma nova.

A bandeira velha deve ser recolhida a uma unidade militar, que providenciará a queima da mesma no dia 19 de novembro.

- Caso a bandeira fique hasteada no período noturno, ela deve ser iluminada.


Fonte:  http://www.suapesquisa.com/datascomemorativas/dia_da_bandeira.htm

sexta-feira, 11 de novembro de 2011


  Wellington Pedro/DivulgaçãoEm seus diálogos privados, Fernando Henrique Cardoso tem dedicado a Aécio Neves críticas ácidas.
Na opinião de FHC, o comportamento de Aécio é incompatível com o desejo dele de ser candidato à Presidência da República.
Presidente de honra do PSDB, FHC se queixa da “ausência” de Aécio na discussão sobre os temas mais relevantes. “Ele não dialoga com a nação”, resume.
Ao esmiuçar o raciocínio, FHC declara: não se trata de antecipar a campanha, mas de escolher um rol de assuntos e se apresentar para o debate.
FHC considera ultrapassada a estratégia de esperar que o calendário se aproxime do ano eleitoral para iniciar a exposição. É tática “velha”, eis a palavra que usou.
Insinua que, desde que se elegeu senador, no ano passado, Aécio enfurnou-se no Senado. O ideal, segundo diz, é que o presidenciável corresse o país.
Acha que Aécio deveria aproveitar a atmosfera de pré-campanha municipal para visitar os municípios com maior quantidade de eleitores.
Sintomaticamente, Aécio prepara um ciclo de viagens para o início de dezembro. Deve passar por Pernambuco no dia 8, pela Bahia no dia 9 e pelo Espírito Santo no dia 10.
De resto, Aécio articula com o aliado Sérgio Guerra, presidente do PSDB, uma agenda de viagens aos municípios onde o partido dispõe de candidatos bem postos.
Na opinião de FHC, deve-se sobretudo ao vazio proporcionado pela inação de Aécio a sobrevida da candidatura presidencial de José Serra.
FHC enxerga em Serra, por exemplo, credenciais para fazer incursões no debate sobre a degradação moral da política.
Costuma dizer que sempre houve corrupção na política. Mas acha que, agora, subverteu-se a ordem das coisas: há política na corrupção.
Dito de outro modo: hoje, a corrupção, por abundante, prevalece sobre a política, ofuscando-a. “O Serra é duro o bastante para romper com isso”, acredita.
O que se esconde sob os comentários de FHC é, em essencia, uma ponta de decepção com Aécio. 
Nas pegadas da derrota de Serra para Dilma Rousseff, na eleição presidencial do ano passado, FHC dissera que a fila do PSDB andara. Seria a vez de Aécio.
Daí o desapontamento. Na avaliação de FHC, Aécio desperdiça sua hora.

Escrito por Josias de Souza às 04h51

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Quem sou eu

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Médico Clínico e Sanitarista - Doutor em Saúde Pública - Coronel Reformado do Quadro de Dentistas do Exército. Autor dos livros "Sistemismo Ecológico Cibernético", "Sistemas, Ambiente e Mecanismos de Controle" e da Tese de Livre-Docência: "Profilaxia dos Acidentes de Trânsito" - Professor Adjunto IV da Faculdade de Medicina (UFF) - Disciplinas: Epidemiologia, Saúde Comunitária e Sistemas de Saúde. Professor Titular de Metodologia da Pesquisa Científica - Fundação Educacional Serra dos Órgãos (FESO). Presidete do Diretório Acadêmico da Faculdade Fluminense de Odontologia. Fundador do PDT, ao lado de Leonel Brizola, Darcy Ribeiro, Carlos Lupi, Wilson Fadul, Maria José Latgé, Eduardo Azeredo Costa, Alceu Colares, Trajano Ribeiro, Eduardo Chuy, Rosalda Paim e outros. Ex-Membro do Diretório Regional do PDT/RJ. Fundador do Movimento Verde do PDT/RJ. Foi Diretor-Geral do Departamento Geral de Higiene e Vigilância Sanitária, da Secretaria de Estado de Saúde e Higiene/RJ, durante todo o primeiro mandato do Governador Brizola.