sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Coalizão dirigida pelos EUA anuncia o início da retirada militar da Síria

CLIQUE NA IMAGEM

Canadá, Austrália, França, Reino Unido, Bélgica, Dinamarca, Holanda, Turquia e vários países árabes participam do grupo. Porta-voz da operação não falou sobre prazos, locais ou movimentos de tropas.

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Odilon assume liderança na reta final

Com 52,5% Odilon assume liderança na reta final, diz pesquisa IPEXX Brasil




O candidato ao governo do Estado, juiz Odilon de Oliveira, já aparece na frente do oponente, Reinaldo Azambuja (PSDB), nesta reta final e agora está em primeiro, de acordo com pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 22, feita pelo Instituto de Pesquisa Ipexx Brasil.

A pesquisa mostra Odilon com 52,52% dos votos válidos, contra 47,48% do concorrente. Nas duas análises anteriores deste segundo turno o pedetista se mostrava em segundo, mas empatado no limite da margem de erro.

A pesquisa foi feita nos 12 maiores colégios eleitorais: Campo Grande, Dourados, Três Lagoas, Corumbá, Ponta Porã, Naviraí, Nova Andradina, Aquidauana, Sidrolândia, Paranaíba, Maracaju e Coxim.

Para Odilon, as últimas pesquisas estão mais perto da realidades das ruas. “Não temos rejeição e cada dia mais as pessoas estão aderindo ao nosso projeto. No corpo a corpo sentimos isso diariamente. Nessa última semana vamos intensificar a campanha e levar nossas propostas à população, que já se decidiu pela mudança de verdade. Agora é a hora da virada”, declarou, acrescentando que os apoiadores voluntários devem continuar firmes no trabalho formiguinha de conversar com as pessoas em todo o Estado.

O nível de confiança estimado é de 95% e a margem de erro máximo estimado considerando um modelo de amostragem aleatório simples, é de três pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 1.040 eleitores, entre os dias 17 e 21 de outubro. A pesquisa foi registrada no TRE-MS sob o número 05585/2018.

Rejeição

O levantamento mostra que a Rejeição de Reinaldo continua maior. D e acordo com a amostragem, 35,10% dos entrevistados disseram que não votariam no candidato a reeleição de jeito nenhum, contra 25% de Odilon.

terça-feira, 18 de setembro de 2018

Após fala de Mourão, Sheherazade adere à campanha contra Bolsonaro

por Redação — publicado 18/09/2018 14h13, última modificação 18/09/2018 15h47
Vice de candidato do PSL disse que famílias pobres "sem pai e avô" são "fábricas de desajustados". Jornalista diz ter sido criada por mãe e avó

L E I A  M A I  S


CLIQUE NO SEGUINTE LINK:


https://www.cartacapital.com.br/politica/apos-fala-de-mourao-sheherazade-adere-a-campanha-contra-bolsonaro

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Gesto de Lula e crise política favorecem Eduardo Paes para o Planalto em 2018

Jornal do Brasil ouviu interlocutores petistas, que confirmaram possibilidade


Prefeito é favorecido tanto por Jogos Olímpicos quanto por Lula e pela conjuntura política


Não bastasse o fato de que todas as atenções do mundo já estão voltadas para o Rio de Janeiro, que sedia em agosto os Jogos Olímpicos, a conjuntura política é bastante favorável ao prefeito Eduardo Paes (PMDB) para que ele suceda à presidente Dilma Rousseff em 2018. Em conversa com o Jornal do Brasil, interlocutores do Partido dos Trabalhadores admitiram a possibilidade, enumerando algumas razões:
1) A mais urgente dá se em razão de o PMDB fluminense ter sido o responsável por dar fôlego ao governo federal no final de 2015. A recondução do deputado Leonardo Picciani (PMDB) à liderança da bancada na Câmara reacendeu as esperanças do Planalto de derrubar o impeachment na Casa, antes mesmo que o pedido de impedimento chegue ao Senado. A declaração confiante do ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, em entrevista à "Folha de S.Paulo" no último domingo (3), corrobora a tese de petistas ouvidos.
Prefeito é favorecido tanto por Jogos Olímpicos quanto por Lula e pela conjuntura política
2) Vem partindo do próprio PMDB do Rio de Janeiro a tentativa de enfraquecer o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), maior adversário da presidente Dilma. Nem o governador do Estado, Luiz Fernando Pezão, nem Eduardo Paes têm economizado nas críticas agudas e públicas a Cunha, que sofre, ainda, com o desgaste de sua imagem associada ao processo de cassação no Conselho de Ética, às denúncias no Supremo Tribunal Federal (STF) e à movimentação do próprio partido para derrubá-lo para fazer o mais rápido possível um sucessor. O PT viu com bons olhos a iniciativa peemedebista.
3) A terceira causa, ainda de acordo com lideranças petistas, tem relação direta com a crise política e com a preocupação do PT em ver uma eventual vitória do PSDB em 2018. Nesse sentido, são cada vez mais intensas as conversas entre Eduardo Paes e o ex-presidente Lula. Liderança inquestionável dentro do PT, até mesmo petistas críticos à aliança admitem que Lula tem força para direcionar o apoio do partido ao prefeito do Rio em 2018 para a Presidência da República.
>>STF dá prazo de 10 dias para Cunha apresentar defesa contra afastamento
>>Lu Alckmin usou aeronaves do governo mais do que secretários, diz jornal
>>STF impõe mais uma derrota a Cunha, após garantir posse de aliado de Picciani
4) Declarações da presidente Dilma desde 2014, quando esteve em campanha no Rio de Janeiro, demonstram total afinidade com o prefeito da cidade, inclusive como seu possível sucessor no Planalto. Paes vem sendo tratado por Dilma, em eventos públicos, como o prefeito mais apaixonado pela cidade que governa. Vale lembrar que o PT governa a maior capital do país (Fernando Haddad em São Paulo).
5) A figura de Paes é unânime em pelo menos um ponto: diante de denúncias da Lava Jato envolvendo tantos nomes em diferentes partidos e da falta de credibilidade da classe política, não paira, no entanto, nenhuma suspeita ou dúvida sobre Eduardo Paes. Sua candidatura é a chance de o PMDB mostrar ao eleitor o lado menos fisiológico do partido.
6) Eduardo Paes é um político agregador. Vem governando com Pezão e Dilma, e faz questão de aclarar isso para seus interlocutores. Credita o progresso da cidade às alianças suprapartidárias. Essa visão de que o prefeito é uma liderança forte é consenso mesmo dentro do PT.
>>'JB' antecipou caminho de Eduardo Paes rumo à presidência da República
>>Eduardo Paes pavimenta seu caminho rumo à presidência da República
7) Como se não bastasse, em entrevista ao "Valor Econômico" publicada em dezembro de 2014, Paes avisa que não vai se aposentar da política no fim do seu mandato e se coloca como "candidato natural" ao governo estadual em 2018. Defende ainda candidatura própria do PMDB à Presidência e cobra da presidente Dilma iniciativa para reunificar o partido na base governista.
Paes costura sua trajetória política com um objetivo bem maior do que o governo do Estado. O que ele realmente quer, como o JB antecipou em editorial publicado no dia 27 de março de 2012, é a presidência da República: "Permanecendo na prefeitura até 2016, com boa aprovação, [Eduardo Paes] sairia como um grande líder para se candidatar futuramente à presidência da República", escreveu o JB.
Tags: eduardo paes, Governo, Lula, planalto, PMDB, presidência, PT, república

domingo, 21 de junho de 2015

Em simulação, Aécio lidera corrida presidencial com 10 pontos a frente de Lula

 
Levantamento feito pelo Datafolha mostra senador mineiro como melhor aposta do PSDB para as próximas eleições
Aécio Neves (PSDB-MG) lidera intenções de voto; Lula (PT) aparece em segundo, seguido de Marina Silva (PSB) | Fotos: Agência Senado / Ricardo Stuckert
Aécio Neves (PSDB-MG) lidera intenções de voto; Lula (PT) aparece em segundo, seguido de Marina Silva (PSB) | Fotos: Agência Senado / Ricardo Stuckert
O senador Aécio Neves (PSDB-MG) é o preferido para a Presidência da República. É o que mostra uma simulação feita pelo Instituto Datafolha, que perguntou a brasileiros de todas as regiões do País em quem eles votariam para o cargo mais alto do Executivo. 35% deles escolheriam o ex-governador de Minas Gerais. De acordo com a pesquisa, divulgada neste domingo (21/6) pela Folha de S. Paulo, Aécio lidera o cenário no qual enfrentaria o ex-presidente Lula (PT), chegando a abrir 10 pontos de vantagem. Em terceiro lugar, encontra-se a pessebista Marina Silva, com 18%. As informações vêm no momento em que os governos petistas atingiram sua pior avaliação. A presidente Dilma (PT) é rejeitada por 65% dos brasileiros, como mostrou levantamento do mesmo Datafolha. O desemprego, a economia desaquecida e os escândalos de corrupção levaram a gestão da petista a índices nunca antes vistos na história da República. Para se ter ideia, só Collor — pouco antes do impeachment — tinha rejeição maior. Luciana Genro (PSOL), o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB), e Eduardo Jorge (PV)
alcançaram 2% cada um. 11% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos nomes apresentados. Outros 5% afirmaram não saber em quem votar.
O Datafolha fez 2.840 entrevistas, em cidades de todas as regiões do Brasil, entre quarta e quinta-feira (18 e 19 de junho).  A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. Veja os resultados: Aécio Neves (PSDB) – 35% Lula (PT) – 25% Marina Silva (PSB) – 18% Luciana Genro (PSB) – 2% Eduardo Paes (PMDB) – 2% Eduardo Jorge (PV) – 2% Branco/Nulo/Nenhum – 11% Indecisos – 5%
Cenário 2

Lula lideraria no cenário contra Marina Silva e Alckmin | Fotos: PT / PSB / Governo de São Paulo
Lula lideraria no cenário contra Marina Silva e Alckmin | Fotos: PT / PSB / Governo de São Paulo
O Datafolha também simulou como seria se o candidato do PSDB fosse o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Neste cenário, o ex-presidente Lula (PT) aparece tecnicamente empatado com Marina Silva (PSB), com 26% e 25% das intenções de voto, respectivamente. O tucano figura no terceiro lugar, com 20%, seguido por Eduardo Paes e Luciana Genro, com 3% cada um. Eduardo Jorge ficaria com 2%. Brancos, nulos e nenhum somam 14%. Indecisos, 7%. Alckmin sofre desgaste com a greve dos professores de São Paulo e resquícios da crise hídrica que acometeu o Estado no ano passado. Lula (PT) – 26%
Marina Silva (PSB) – 25%
Geraldo Alckmin (PSDB) – 20%
Luciana Genro (PSOL) – 3%
Eduardo Paes (PMDB) – 3%
Eduardo Jorge (PV) – 2%
Branco/Nulo/Nenhum – 14%
Indecisos – 7%

sexta-feira, 20 de março de 2015

Contra partidos e políticos

Panorama Político (20) A política como ela é: nua e crua - Ilimar Franco


Ilimar Franco 20.3.2015 9h01m
          Cid Gomes é o mais novo candidato para a Presidência em 2018. Ele quer ser o porta-voz do eleitor “contra tudo e contra todos”, por onde já trafegam Joaquim Barbosa e Marina Silva. Dirigentes políticos explicam que a criminalização das doações eleitorais, o ambiente de escândalo e a crise abrem espaço para o que chamam de antipolítica. E citam Jânio Quadros e Fernando Collor.
Uma descrição da cena
Representantes do governo e da oposição diziam ontem que a forma como se deu a demissão do ex-ministro Cid Gomes foi teatral. Afirmam que Cid foi até à Câmara para pedir demissão. Citam o vídeo do irmão, Ciro, dizendo que ele manteria a crítica aos “achacadores” e voltaria para casa de cabeça erguida. Um membro da oposição diz que é fácil de entender por que eles foram para a sessão com o pé no acelerador. E, também, a razão pela qual o PMDB deitou, rolou e chutou quem já estava caído. Mas consideram que nem tudo estava no script. Cid rodou a baiana quando o deputado Sérgio Zveiter (PSD-RJ) afirmou que ele deveria usar “nariz de palhaço”.

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Pezão lança Paes à Presidência da República em 2018

Em editorial publicado em 2012, o Jornal do Brasil já antecipava essa possibilidade

Um jornal de circulação nacional  publicou neste sábado que o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, defendeu o nome do prefeito Eduardo Paes para disputar a Presidência em 2018 pelo PMDB. “Acredito muito no nome do Eduardo Paes, principalmente com a projeção nacional e internacional que ele terá com as Olimpíadas de 2016. O legado e a visibilidade na cidade e no país serão muito grandes. Acho que o PMDB tem que ter um candidato próprio”, disse Pezão.
Em 2012, o Jornal do Brasil  já antecipava essa possibilidade. Em editorial publicado no dia 27 de março, o JB afirmava que, com um cenário político amplamente favorável no município do Rio, o prefeito Eduardo Paes caminhava para uma tranquila reeleição. 
"Com um perfil jovem, empreendedor e técnico, Paes surge como um nome forte e que, naturalmente, poderá alçar voos mais altos. 
>> LEIA O EDITORIAL PUBLICADO NO DIA 27 DE MARÇO DE 2012
Já no dia 22 de dezembro do ano passado, o Jornal do Brasil voltou a lembrar as possibilidades de Eduardo Paes se candidatar à Presidência. No artigo, "Eduardo Paes pavimenta seu caminho rumo à presidência da República", O JB informava que o prefeito do Rio costurava sua trajetória política com um objetivo bem maior do que o governo do Estado.
>> Eduardo Paes pavimenta seu caminho rumo à presidência da República
Na entrevista publicada neste sábado, o governador Luiz Fernando Pezão disse também que o ex-governador Sérgio Cabral não tem interesse em concorrer ao governo do Estado mais uma vez: “O Sérgio não quer (disputar a eleição). O Eduardo Paes optou por eleger o Pedro Paulo, e vamos nos esforçar ao máximo para isso”.
Nesta semana, o líder do PMDB na Câmara, o deputado Leonardo Picciani (RJ), que apoiou o candidato de oposição Aécio Neves (PSDB-MG) na disputa à Presidência de 2014, sinalizou o fim da aliança com o PT.
Ele afirma que o PMDB não deve ficar ao lado do PT nas próximas eleições: “Todo partido deve almejar ter condições de lançar um presidente da República. Ainda mais um partido como o PMDB, que, ao longo da história, vem sendo garantidor da democracia”, disse.
Tags: candidaturas, eduardo, Eleições, PMDB, política

http://www.jb.com.br/pais/noticias/2015/02/14/pezao-lanca-paes-a-presidencia-da-republica-em-2018/

Arquivo do blog

Quem sou eu

Minha foto
Médico Clínico e Sanitarista - Doutor em Saúde Pública - Coronel Reformado do Quadro de Dentistas do Exército. Autor dos livros "Sistemismo Ecológico Cibernético", "Sistemas, Ambiente e Mecanismos de Controle" e da Tese de Livre-Docência: "Profilaxia dos Acidentes de Trânsito" - Professor Adjunto IV da Faculdade de Medicina (UFF) - Disciplinas: Epidemiologia, Saúde Comunitária e Sistemas de Saúde. Professor Titular de Metodologia da Pesquisa Científica - Fundação Educacional Serra dos Órgãos (FESO). Presidete do Diretório Acadêmico da Faculdade Fluminense de Odontologia. Fundador do PDT, ao lado de Leonel Brizola, Darcy Ribeiro, Carlos Lupi, Wilson Fadul, Maria José Latgé, Eduardo Azeredo Costa, Alceu Colares, Trajano Ribeiro, Eduardo Chuy, Rosalda Paim e outros. Ex-Membro do Diretório Regional do PDT/RJ. Fundador do Movimento Verde do PDT/RJ. Foi Diretor-Geral do Departamento Geral de Higiene e Vigilância Sanitária, da Secretaria de Estado de Saúde e Higiene/RJ, durante todo o primeiro mandato do Governador Brizola.