quarta-feira, 14 de julho de 2010

Lançamento do comitê nacional de Dilma reúne lideranças regionais do PT, PDT, PMDB e PSDB em Brasília

 
Éser Cáceres
Com a presença de lideranças regionais ligadas ou não à campanha de Zeca do PT para governador de Mato Grosso do Sul, o lançamento do comitê nacional da candidata petista à presidência, Dilma Roussef, teve líderes políticos do PT, PMDB, PDT, PSB, PR, PC do B, PRB, PTN, PSC e PTC.
O deputado federal Dagoberto Nogueira (PDT-MS) disse que o evento chamou a atenção pela "organização e empenho de Dilma". arcaram presença também, além do candidato ao governo de Mato Grosso do Sul, Zeca do PT, os petistas Vander Loubet (PT) e Antonio Carlos Biffi (PT), além do senador Delcídio do Amaral (PT).
Do PMDB, partido que indicou o candidato Michel Temer para vice-presidente de Dilma, mas possui candidatura própria ao governo de Mato Grosso do Sul, participaram o senador Valter Pereira (PMDB), o deputado federal Geraldo Resende (PMDB) e o prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad (PMDB). O presidente da Assomassul Beto Pereira (PSDB), prefeito de Terenos, também esteve na inauguração.
Geraldo Resende, deputado federal pelo PMDB, disse que foi ao evento a convite de Michel Temer, acompanhando decisão nacional do partido. "Não dei apenas uma passadinha. Participei do evento junto com o prefeito de Campo Grande Nelsinho Trad. Estamos acompanhando a decisão de nosso partido, que indicou o candidato a vice-presidente de Dilma", explicou.
Foi montada uma grande estrutura para a inauguração do escritório, com a instalação de um painel na fachada do Edifício Vitória, que estampou a foto de Dilma ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Além disso, dois grandes telões ao lado do palco e outra imagem de Lula com Dilma foram montados para os discursos.

terça-feira, 29 de junho de 2010

FHC e Guerra vão a reunião para definir vice de Serra

 
Estadão/LH
O presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC) chegaram às 13h10 para uma reunião com os dirigentes do partido aliado, o DEM. Do encontro, deve sair uma solução para o impasse sobre o vice do candidato do PSDB à sucessão presidencial, José Serra. O PSDB propõe o nome do tucano Álvaro Dias (PR) para compor a chapa, mas os aliados querem indicar um democrata.
A reunião acontece em uma sala reservada, próxima ao restaurante do Hotel Emiliano, nos Jardins, região central de São Paulo. Já estão no hotel o presidente nacional do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ), o senador José Agripino (RN) e o ex-senador Jorge Bornhausen (SC), presidente de honra dos Democratas. Junto com FHC e Guerra, se juntaram aos tucanos o candidato do PSDB ao Senado por São Paulo, Aloysio Nunes Ferreira, que coordena a articulação do vice de Serra em São Paulo.

sábado, 26 de junho de 2010

Mais uma crise na campanha do Serra: DEM e PSDB estão se bicando!

Enfrentando trajetória descendente nas pesquisas de intenção de votos, o palanque PSDB-DEM começa a expor suas fissuras.

Contidas quando o pré-candidato tucano, José Serra, liderava com ampla vantagem a disputa pela Presidência, as divergências vêm à tona especialmente agora, na discussão do vice.

Integrantes da cúpula do DEM se dizem excluídos da coordenação da campanha e preteridos em negociações nos Estados. Para completar, discordam das alternativas ao nome de Aécio Neves, caso ele resista mesmo aos apelos para que ocupe a vice.

Apesar da falta de um nome que unifique o partido, os democratas já avisaram ao PSDB que só cederiam a posição para Aécio.

Até mesmo os mais afinados com Serra reagem à indicação do presidente do PP, Francisco Dornelles (RJ).

Cotado para a vaga mesmo após apresentar emenda que atenua o projeto Ficha Limpa, ele sofre resistência do PP e do DEM. Dornelles, que já foi filiado ao antigo PFL, desfalcou o partido quando saiu.

No DEM, não há consenso sobre a indicação de Kátia Abreu (TO), José Carlos Aleluia (BA) ou José Agripino Maia (RN).

Os democratas resistem ao senador Tasso Jereissati (CE), mas, no PSDB, não impõem tantas restrições ao ex-ministro Pimenta da Veiga.

Há trepidações em Estados como Santa Catarina e Goiás. Mas a tensão promete ser acirrada em São Paulo.

Sob o patrocínio do prefeito Gilberto Kassab (DEM), candidatos a deputado federal do DEM que disputam vagas contra tucanos têm o apoio formal de vereadores e diretórios do PSDB.

O próprio Geraldo Alckmin reagiu com surpresa ao ouvir a manifestação da presidente de um diretório do PSDB em favor de um candidato democrata."Há casos de diretórios inteiros. É um salve-se quem puder", diz o coordenador de programa de Alckmin, José Aníbal (PSDB).

AVARIAS

O DEM terá de lidar, nas eleições deste ano, com avarias internas. O partido deverá ter candidato próprio em apenas quatro Estados. Em outros sete não deve concorrer nem para o Senado.

O escândalo do mensalão no DF, que culminou na prisão e renúncia de José Roberto Arruda, único governador do partido eleito em 2006, levou o Democratas a perder influência na definição das coligações. O partido defende-se dizendo que expurgou Arruda de seus quadros com rapidez.Da folha tucana

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Uol Eleições no Painel do Paim

Para ler as últimas notícias sobre as eleições 2010, clique no seguinte LINK:

http://eleicoes.uol.com.br/

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Ministro do TSE suspende propaganda do PSDB com Serra



O ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Aldir Passarinho Júnior suspendeu nesta sexta-feira a propaganda do PSDB, exibida na terça-feira, que tinha o candidato do partido à Presidência, José Serra, como destaque.

Na quarta-feira, o PT entrou com uma representação contra o PSDB com o argumento de que os tucanos usaram o programa partidário para fazer propaganda eleitoral antecipada. Foram 10 inserções de 30 segundos em rede nacional de rádio e televisão.

Pela decisão o PSDB pode substituir as peças. O partido terá direito de exibir novas nos dias 22, 26 e 29, totalizando 30 inserções.

Na propaganda de terça-feira, Serra falou sobre saúde, em uma das propagandas, e sobre seu modo de administrar, na outra. Ao final, um locutor disse: "A experiência garante o avanço", uma menção a um dos eixos a partir do qual ele tenta se diferenciar da candidata petista, Dilma Rousseff.

Em ambas as inserções, o ponto comum foi a citação às "famílias" e às "pessoas". Na propaganda focada na saúde, área da qual já foi ministro, o candidato disse que o governo deve ter, "acima de tudo, cuidado com as pessoas, com as famílias".

Na outra propaganda, o mesmo tom, ao afirmar que o governante deve "melhorar a vida das pessoas, das famílias, no seu dia-a-dia". Nesse mesmo bloco, disse: "Esse é o meu jeito. Como eu sempre fiz. Do fundo do meu coração, é nisso que eu acredito".

No rádio, suas palavras foram introduzidas como "um convite de José Serra, do PSDB". Ao fim, um breve jingle: "Quem compara não tem comparação".

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Após se aliar a Puccinelli, sigla sofre debandada de filiados (Pastora Simone Paim)

Valdelice Bonifácio Um grupo de militantes do PMN está deixando o partido em protesto à decisão da legenda de se aliar ao governador André Puccinelli (PMDB). Eles devem atuar como cabos eleitorais de Zeca do PT. O empresário Wellington Coelho que lidera a debandada acredita que o número de desfiliações possa chegar a 300. A cúpula do partido duvida da saída em massa e diz que a escolha por Puccinelli obedece à orientação do comando nacional da sigla.
Wellington Coelho afirma que estão deixando o PMN membros das executivas municipais de Campo Grande, Cassilândia, Corumbá, Coxim, Ladário, Paranaiba, Pedro Gomes, Rochedo e Sonora.
Ele conta que estava filiado ao PSB desde o ano passado quando aceitou o convite do PMN. “Eles nos disseram que acompanhariam o Zeca. Eu ainda perguntei se tinham certeza. Disseram que era certo. Então troquei de partido”, relembra.
Porém, segundo Wellington, a cúpula do PMN frustrou os novos filiados quando informou que ao invés de se unir a Zeca do PT como fora anunciado se aliaria a Puccinelli. “Sem consultar ninguém previamente eles fecharam com o governador. Ou seja, impuseram esta condição”, reclama.
Enquanto costurava a aliança com Zeca, o PMN angariou antigos aliados do petista. “O que eles fizeram foi usar o Zeca para estruturar o partido e depois ir para o outro lado”, acusa Wellington.
O empresário afirma ter descoberto depois que há dois anos a cúpula nacional do PMN havia proibido coligação com o PT nos estados porque estavam se aproximando do PSDB. Mesmo assim, o comando regional da sigla negociava com Zeca.
Entre as lideranças que estão deixando o PMN, está o empresário de Cassilândia, Armando Vieira Borges. Ele conta que ia ser candidato a deputado estadual, mas diante da aproximação do PMN com Puccinelli desistiu.
“Estou me solidarizando com Zeca do PT. Se eu apoiasse o Puccinelli estaria traindo o Zeca. Passei dois anos me preparando para a minha primeira candidatura, mas diante desta situação não dá”, explica.
Apesar disso, Armando Borges diz que não ficará fora da campanha de Zeca. Deverá atuar como coordenador do petista na região do Bolsão. O grupo ainda não sabe se buscará abriga em outra legenda parceira do PT.
Outro lado
O presidente regional do PMN, Adalton Garcia, nega que tenha iludido filiados a cerca da aliança com Zeca do PT e muito menos usado o petista para estruturar o partido. O afastamento, segundo ele, se deu em razão de dificuldades criadas pelo PT para a eleição de deputados do PMN.
“De fato nós nos aproximamos do Zeca, mas na última hora ele quis impor uma coligação que não era vantajosa para os nossos candidatos a deputado”, explica o dirigente. “Em princípio nos foi oferecida uma chapa independente com PSL e PCdoB. Depois tentaram impor chapa com partidos mais fortes o que dificultaria a eleição dos nossos. Não aceitamos, porque temos que pensar no partido”, conta.
Adalton confirma que a cúpula nacional havia vedado aliança com o PT nos estados e, por isso, negociou uma chapa branca com Zeca do PT. “Assim ficaríamos liberados para apoiar o presidenciável do PSDB como queria a nacional, mas Zeca dificultou as coisas. Na última hora disse que não tinha estrutura para bancar a chapa independente”, relata. Valdelice Bonifácio


                                                   Borges assina desfiliação ao lado de Coelho

Assim, para não contrariar a nacional, o PMN teria se aproximado de Puccinelli. Agora, já está definido que a sigla vai figurar em chapão para deputados federais com PMDB, PSDB, DEM e PR. Iara Costa que concorreu a prefeitura de Campo Grande em 2008 é uma das principais apostas da legenda para a Câmara Federal.
“Democracia não é bagunça. Temos uma hierarquia. Nós precisávamos atender a exigência da nacional “, diz Iara sobre o episódio das desfiliações. Atualmente, o PMN tem cerca de 3,5 mil filiados em Mato Grosso do Sul.

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Quem sou eu

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Médico Clínico e Sanitarista - Doutor em Saúde Pública - Coronel Reformado do Quadro de Dentistas do Exército. Autor dos livros "Sistemismo Ecológico Cibernético", "Sistemas, Ambiente e Mecanismos de Controle" e da Tese de Livre-Docência: "Profilaxia dos Acidentes de Trânsito" - Professor Adjunto IV da Faculdade de Medicina (UFF) - Disciplinas: Epidemiologia, Saúde Comunitária e Sistemas de Saúde. Professor Titular de Metodologia da Pesquisa Científica - Fundação Educacional Serra dos Órgãos (FESO). Presidete do Diretório Acadêmico da Faculdade Fluminense de Odontologia. Fundador do PDT, ao lado de Leonel Brizola, Darcy Ribeiro, Carlos Lupi, Wilson Fadul, Maria José Latgé, Eduardo Azeredo Costa, Alceu Colares, Trajano Ribeiro, Eduardo Chuy, Rosalda Paim e outros. Ex-Membro do Diretório Regional do PDT/RJ. Fundador do Movimento Verde do PDT/RJ. Foi Diretor-Geral do Departamento Geral de Higiene e Vigilância Sanitária, da Secretaria de Estado de Saúde e Higiene/RJ, durante todo o primeiro mandato do Governador Brizola.