segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Para Dilma, PSDB é 'fantasma do passado'; Aécio afirma que o governo perdeu

Leonardo Prazeres e Vinícius Segalla
Do UOL, em Brasília e Belo Horizonte

A presidente Dilma Rousseff (PT) e o senador Aécio Neves (PSDB) trocaram críticas em discurso a militantes logo após a definição do segundo turno das eleições presidenciais neste domingo (5).
Dilma, em Brasília, afirmou que o povo não quer a volta de um "fantasma do passado", ao se referir ao partido do seu adversário. Em Belo Horizonte, o tucano afirmou que sua passagem para o segundo turno foi "uma vitória da oposição".
Dilma terminou o primeiro turno com cerca de 43 milhões de votos --em torno de 42% do total-- contra 34 milhões de Aécio, por volta de 33%.
Segundo Dilma, o povo brasileiro "não quer de volta ao que podemos chamar de fantasmas do passado, aqueles que quebraram o país três vezes". "Teremos, novamente, uma disputa com o PSDB, que governou apenas para um terço da população, abandonando os que mais precisam", disse.
A presidente afirmou ainda que os tucanos, ao se referir aos dois governos de Fernando Henrique Cardoso (1995 a 1998 e de 1999 a 2002), impuseram ao país "desemprego massivo, arrocho salarial e jamais promoveram quando tiveram oportunidade políticas de inclusão social o povo brasileiro".
Aécio também fez críticas à adversária do segundo turno. "Quem venceu as eleições no primeiro turno foi o povo brasileiro. O sentimento de mudança que hoje se alastra por todo país", disse.
"Aqueles que estão no governo agora perderam. Perderam no primeiro turno, porque estão tendo um resultado muito abaixo do que esperavam, e perderam porque tiveram a chance de melhorar a vida dos brasileiros e não melhoraram". 
Para Aécio, "esse ciclo de governo tem que se encerrar em beneficio do Brasil".

Apoio de Marina

Dilma afirmou que está aberta a receber apoios políticos no segundo turno, um recado claro a candidata derrotada Marina Silva (PSB), que conquistou 21,3% dos votos válidos.
"Eu quero dizer que nós estamos abertos a receber todos aqueles que quiserem nos apoiar de braços abertos e que juntos vamos fazer uma caminhada cada vez mais forte, mais convicta pelo bem do Brasil", disse. 
Aécio também fez acenos por um apoio de Marina.
"Todos aqueles que quiserem e que puderem contribuir para esse projeto de mudança são muito bem vindos. Tenho um enorme respeito pessoal pela senadora Marina Silva (PSB), mas tanto em relação a ela quanto a outras lideranças, é preciso que nós aguardemos, que cada um tome o caminho que achar mais adequado", disse.
"Não posso me antecipar em relação a qualquer apoio, ainda não tivemos nenhum contato até agora, mas nos próximos dias essas questões vão ser tratadas", afirmou.
Em pronunciamento feito após a derrota, Marina não declarou apoio no segundo turno.
Ampliar

Campanha presidencial 2014200 fotos

2 / 200
5.out.2014 - O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, fala sobre resultado do primeiro turno das eleições, na noite deste domingo. Com 35,63% dos votos, ele foi para o segundo turno com a presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT), que teve 41,53% dos votos. Aécio ultrapassou Marina Silva (PSB), segunda colocada nas pesquisas, de quem disse esperar declaração de apoio Joel Silva/Folhapress

Notícias relacionadas

Dilma e Aécio estão confirmados no segundo turno

  • 05/10/2014 19h54
  • Brasília
Da Agência Brasil Edição: Wellton Máximo
Os candidatos Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) estão confirmados no segundo turno das eleições presidenciais em 26 de outubro. Com 90,39% das urnas apuradas, Dilma tem 40,89% dos votos válidos, Aécio aparece com 34,44%. Marina Silva (PSB) está com 21,07% e não tem chances matemáticas de assumir o segundo lugar. Os votos brancos somam 3,85% e os nulos, 5,75%. A abstenção está em 17,51%.
Mineira de Belo Horizonte, Dilma tem 66 anos e viveu grande parte de sua vida no Rio Grande do Sul, onde participou da criação do PDT, foi secretária municipal de Fazenda e estadual de Minas e Energia. Em Brasília, antes de chegar à Presidência da República, foi ministra de Minas e Energia (2003-2005) e da Casa Civil (2005-2010). Em 2010, tornou-se a primeira mulher a ser eleita para a Presidência da República.
Também nascido em Belo Horizonte, o candidato do PSDB à Presidência da República, o senador Aécio Neves, tem 54 anos. Neto do ex-presidente eleito Tancredo Neves, ele se formou em economia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, aos 24 anos e hoje é pai de três filhos. O primeiro contato com a política ocorreu em 1981, quando aceitou o convite do avô para trabalhar na campanha para o governo de Minas Gerais e, depois, pela Presidência da República.
Confira o perfil completo de Dilma Rousseff
Confira o perfil completo de Aécio Neves
-

domingo, 5 de outubro de 2014

Dilma e Aécio disputarão 2o turno da eleição presidencial

domingo, 5 de outubro de 2014 20:22 BRT

[-] Texto [+]
SÃO PAULO (Reuters) - Em uma arrancada final impressionante, o candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, deixou muito para trás Marina Silva (PSB) para garantir uma vaga no segundo turno da eleição presidencial, e também se aproximou da primeira colocada, a presidente Dilma Rousseff (PT), como em nenhum momento da campanha.
Com quase 94 por cento da apuração neste domingo, mesmo se todos os 8 milhões de votos ainda não contabilizados fossem para Marina, ela não alcançaria o tucano, de acordo com os números no site do TSE. Dilma tinha 40,3 milhões de votos, Aécio aparecia com 33,5 milhões e Marina com 20,8 milhões.
Há 10 dias, pesquisa Datafolha mostrava Marina 10 pontos percentuais à frente de Aécio.
Parte dessa reviravolta pode ser explicada pelo desempenho do tucano no Estado de São Paulo. Há cinco dias, o Ibope mostrava Marina com 29 por cento das intenções de voto entre os paulistas, contra 22 por cento de Aécio.
Com 95 por cento da apuração no maior colégio eleitoral concluída, Aécio tinha 44,6 por cento, Dilma estava com 25,7 por cento e Marina aparecia com 24,9 por cento. O tucano contabilizava no Estado 9,7 milhões de votos, contra 5,6 milhões de Dilma.
Mais cedo, pesquisa boca de urna realizada pelo Ibope já tinha apontado segundo turno entre Dilma e Aécio, com a presidente com 44 por cento dos votos válidos e o tucano com 30 por cento.
Dos quase 143 milhões de brasileiros habilitados a votar, cerca de 109 milhões compareceram às urnas para escolher o próximo presidente, na eleição mais acirrada desde 1989, a primeira eleição direta para presidente desde a redemocratização.
Marina surgiu como um furacão na corrida presidencial, ao substituir Eduardo Campos, morto em um acidente aéreo em 13 de agosto, como cabeça de chapa do PSB. Imediatamente após ser alçada à condição de candidata, pesquisas a mostraram próxima de Dilma em primeiro turno e com até 10 pontos de vantagem sobre a presidente na simulação de segundo turno.
Sob forte ataque de Dilma e de Aécio, Marina foi perdendo fôlego a partir de meados de setembro e caiu para a terceira posição nas pesquisas de intenção de voto divulgadas na véspera da eleição, atrás numericamente do tucano, embora em empate técnico.
(Texto de Alexandre Caverni e Cesar Bianconi)
 
 

sábado, 4 de outubro de 2014




Datafolha e Ibope: Deve haver segundo turno e Aécio será o antipetista

 
As duas últimas pesquisas eleitorais do Ibope e do Datafolha não esclareceram muito em termos estatísticos, mas evidenciaram que a tendência de haver segundo turno e de Aécio Neves ser o representante do antipetismo.
A primeira observação a se fazer sobre as duas pesquisas referentes à corrida eleitoral para a Presidência da República, publicadas neste sábado pelo Datafolha e Ibope, é que há evidente convergência entre estas, conforme se depreende dos números apresentados em quase todos os seus aspectos. Refiro-me não apenas às  diferenças entre os candidatos, mas também em relação à distribuição dos votos por regiões, classes de renda e idade. Os dados coletados no mesmo intervalo de tempo parece ter contribuído para isto.
Do ponto de vista estatístico há indicação mais clara, mesmo que não totalmente garantida, de que haverá segundo turno. Dilma pode ganhar logo agora, mas é menos provável que isso ocorra, mesmo porque o eleitor parece neste momento mais decidido e disposto a entregar mais votos para a oposição como um todo que há menos de um mês. Todavia, seria irresponsável ser categórico nesta afirmação. É preciso ver para crer.
De outro lado, reafirma-se a tendência mais recente de um empate estatístico entre Marina Silva e Aécio Neves, mas é inegável que as indicações são de que o mineiro conseguiu incorporar os votos de oposição ao PT, sobretudo no Sudeste e Sul do país e dentre aqueles mais alfabetizados e com renda mais elevada. O empate técnico “estatístico” não é, portanto, uma igualdade “qualitativa”. Aécio deve ser o candidato oposicionista no segundo turno, se o eleitor se comportar em conformidade com as tendências verificadas há pouco menos de duas semanas. Podem haver ruídos estatísticos neste processo, mas serão exceções à tendência consistente verificada.

Aécio deve ser o antipetista no segundo turno (Orlando Brito/Coligação Muda Brasil)
Aécio deve ser o antipetista no segundo turno (Orlando Brito/Coligação Muda Brasil)
Desde o debate da Rede Globo, aqui e ali, já se levantam avaliações no governismo em relação de quem seria melhor enfrentar no segundo turno. Não se pode atribuir um consenso entre os petistas no que tange a este tema. Uns parecem preferir Aécio Neves – seria mais “previsível” – outros prefeririam Marina Silva – “em fase de desidratação”, segundo o marqueteiro de Dilma, João Santana. Do ponto de vista analítico, tudo parece estar no campo do mero “achismo” por duas razões básicas. A primeira é que o segundo turno será um jogo de “paridade de armas” no que se refere ao tempo de rádio e TV, bem como haverá mais tempo para os debates diretos nos órgãos de comunicação. Sem os partidos nanicos, o eleitor se ocupará da essência da disputa que é o antipetismo contra o governismo de quase doze anos. A segunda razão é quesão esperados ajustes na forma e no conteúdo das campanhas para incorporar os pontos a serem combatidos no campo do adversário, bem como para atrair os eleitores que votaram em outros candidatos. Logo, somente após a abertura da campanha é que poderão os candidatos finais avaliar o que vem pela frente.
Se Aécio Neves seguir em frente na eleição, o apoio de Marina Silva é importante, mas é muito menos decisivo que seria no caso da hipótese contrária. Marina precisará mais de Aécio, caso passe pelo teste deste domingo. Isso porque Marina não tem estrutura partidária e de campanha para engendrar um arranque rápido e certeiro contra Dilma – somente três semanas separam o primeiro do segundo turno. Além disso, o eleitor desconfiou de que a candidata do PSB não é uma antipetista na essência – Aécio levantou este aspecto com eficácia política. Marina seria  uma “cristã nova” que não reza uma cartilha clara em relação ao seu programa e frente ao Governo. A verdade, neste caso, não é tema aristotélico, trata-se de mera “jogada de cena” que, no caso, funcionou.
A eventual vitória de Marina Silva como oposicionista neste primeiro turno terá de ser acompanhada por uma “repaginada” na ambientalista. De fato, ela não pôde se defender nos dois minutos que dispunha na campanha do rádio e da TV. Contudo, suas aparições na “mídia espontânea” foram, se não desastrosas, pouco eficientes para mostrar que estava preparada para a luta eleitoral e para ser presidente. O eleitor não brinca com o seu voto. Aécio Neves, se derrotado, correrá para o palanque de Marina. Não lhe resta opção. Sem ela, lhe sobrará a herança de uma campanha desastrada e, ainda, a maior responsabilidade por deixar a esguia acreana solitária contra um partido organizado e um governo ferino contra seus adversários. A derrota provável em Minas é outro fator a justificar o seu apoio a Marina no segundo turno.
O grande trunfo de Aécio Neves, candidato mais provável no segundo turno, em ter Marina no seu palanque  será o de demonstrar compromisso evidente com políticas sociais. Afinal de contas, a sua aposta até agora foi a de mostrar a incompetência de Dilma na gestão da economia e dos programas econômicos do governo. O eleitor mais pobre, especialmente do Norte e do Nordeste concentra as desconfianças de que o mineiro irá minorar os avanços sociais dos últimos doze anos (não apenas os da gestão de Dilma). Marina poderia ser uma espécie de “fiadora” do lado social do tucano.
A aposta de Dilma contra Aécio Neves será a de mostrar para o eleitorado que os governos tucanos quebraram o país três vezes (na administração de FHC) e que os programas sociais serão dizimados pela administração dos burocratas que apoiam o mineiro. Armínio Fraga em breve se tornará a “Neca Setúbal” de Aécio Neves. Dilma já deu provas desta estratégia no debate da Rede Globo. Todavia, a atual presidente fará acenos para os setores mais ricos da sociedade. Dirá que a política econômica mudará em alguns aspectos, que será preciso atrair o capital privado para os projetos e que a competitividade brasileira precisa ser incrementada, etc. e tal.  Se de um lado, Aécio tentará ser “mais social”, Dilma mostrar-se-á mais próxima do capital, dos empresários e da classe média. Um jogo de aproximações no qual o marketing pesará muito mais que os programas e as crenças efetivas dos políticos. Estamos num mundo imagético e nos aprofundaremos nele, provavelmente com espasmos de grosserias e agressões. A entrevista deste sábado de Armínio Fraga no jornal O Estado de S.Paulo é uma evidência de que o tucanato tenta tirar a gravata e vestir o macacão. Fraga foi incisivo propugnador de planos na área social e tenta mostrar que a agenda de Aécio incorpora os principais temas sociais dos governos petistas. A conferir na urna.
As pesquisas deste último dia antes da eleição não foram esclarecedoras no que tange às probabilidades de cada candidato ter um maior ou menor sucesso neste domingo de eleição. Isso se deve a divisão profunda do eleitorado. Segunda-feira será um novo dia para a política. O segundo turno será inaugurado. É mais provável que seja com Dilma e Aécio. Pode ser que Marina dispute com Dilma. A presidente pode até levar a taça definitivamente para casa. Todavia, não devemos nos enganar: o eleitor anda muito arisco e quer ver resultados. Depois da eleição não vai ser fácil aplicar o velho golpe de trocar a promessa vã pela realpolitik. Se os custos sociais se elevarem, o gosto de traição pode acabar em protestos nas ruas. Não nos esqueçamos do ensaio de meados de 2013 quando os políticos ficaram boquiabertos quando o povo saiu para dizer que “tudo está errado”. Uma caminhada sem destino que estas eleições podem evitar. 
Assuntos relacionados: Aécio Neves Dilma Rousseff Marina Silva


Dilma muda agenda para mirar em Aécio no último dia da campanha


Fotomontagem


A campanha da presidente Dilma Rousseff fez mudanças de última hora na sua agenda para permitir um confronto direto na véspera da eleição com seu rival tucano, o senador Aécio Neves, cujas chances de chegar com ela ao segundo turno da eleição aumentaram nos últimos dias.
Dilma programara uma caminhada ao lado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em São Bernardo do Campo (SP) para encerrar sua campanha neste sábado (4).
Com a alta de Aécio, decidiu fazer uma caminhada no centro de Belo Horizonte ao lado do candidato do PT ao governo de Minas Gerais, Fernando Pimentel, favorito para vencer neste domingo e impor uma derrota histórica aos tucanos no Estado, que Aécio governou entre 2003 e 2010.
A mudança começou a ser discutida na quinta-feira (2), depois que o Datafolha apontou empate entre a candidata do PSB, Marina Silva, e Aécio na briga pelo segundo lugar. Marina tem 24% das intenções de voto e Aécio, 21%.
O Datafolha também apontou crescimento do apoio a Dilma no Estado. Ela tem 42% das intenções de voto em Minas e Aécio, 29%. Segundo o instituto, Aécio lidera na capital mineira e Dilma vai melhor no interior do Estado.
A ordem, segundo a equipe de Dilma, é fazer um último esforço para tentar manter o movimento de alta no Estado e deter o avanço de Aécio, que também decidiu ficar em Minas até domingo.
A tática de buscar o confronto com Aécio foi posta em prática pela primeira vez no debate da TV Globo na quinta-feira, quando a presidente dirigiu ao senador mineiro três das seis perguntas que fez, sempre que as regras permitiram que ela o escolhesse.
Aécio decidiu se concentrar em Minas nos últimos dias de campanha para tentar recuperar votos que perdeu para Dilma e Marina, e assim ganhar impulso para chegar ao segundo turno.
A equipe de Dilma avalia que o tucano tem maiores chances de chegar à etapa final. A maior parte da cúpula petista o vê como um rival mais fácil de enfrentar no segundo turno do que Marina.
Numa conversa nesta semana, o ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência, disse que Aécio tem "pés de barros" e o PT sabe como derrotá-lo. Petistas e tucanos se enfrentaram nas últimas cinco eleições presidenciais, das quais três foram vencidas pelo PT.
Outra ala petista, porém, prefere disputar com Marina. Na avaliação do PT, ela foi mal no debate e é vista por muitos eleitores como uma candidata fraca e indecisa.
Há cerca de dez dias, o marqueteiro João Santana disse numa reunião que preferia concorrer contra uma candidata em processo de "desidratação", como Marina, a enfrentar alguém com "acúmulo" de energia, como Aécio.
-
DILMA - 40% DAS INTENÇÕES DE VOTO*
  • ONDE ELA VAI BEM Lidera as pesquisas em todas as regiões do país. Também está na frente de seus dois principais adversários no segundo turno
  • ONDE ELA VAI MAL Tem a rejeição mais alta. Suas taxas de intenção de voto são inferiores às de Lula e FHC quando se reelegeram
*
MARINA - 24% DAS INTENÇÕES DE VOTO
  • ONDE ELA VAI BEM Apesar de sua queda nas pesquisas e do empate com Aécio na briga pelo segundo lugar, continua numericamente à frente do rival tucano
  • ONDE ELA VAI MAL Tem caído regularmente desde o início de setembro. Perdeu a liderança para Dilma até em Pernambuco
*
AÉCIO - 21% DAS INTENÇÕES DE VOTO
  • ONDE ELE VAI BEM Está em alta nas pesquisas e já aparece tecnicamente empatado com Marina. Tem mais apoios nos Estados
  • ONDE ELA VAI MAL Não lidera as pesquisas nem em Minas. O candidato do PT a governador pode vencer a eleição no primeiro turno

Arquivo do blog

Quem sou eu

Minha foto
Médico Clínico e Sanitarista - Doutor em Saúde Pública - Coronel Reformado do Quadro de Dentistas do Exército. Autor dos livros "Sistemismo Ecológico Cibernético", "Sistemas, Ambiente e Mecanismos de Controle" e da Tese de Livre-Docência: "Profilaxia dos Acidentes de Trânsito" - Professor Adjunto IV da Faculdade de Medicina (UFF) - Disciplinas: Epidemiologia, Saúde Comunitária e Sistemas de Saúde. Professor Titular de Metodologia da Pesquisa Científica - Fundação Educacional Serra dos Órgãos (FESO). Presidete do Diretório Acadêmico da Faculdade Fluminense de Odontologia. Fundador do PDT, ao lado de Leonel Brizola, Darcy Ribeiro, Carlos Lupi, Wilson Fadul, Maria José Latgé, Eduardo Azeredo Costa, Alceu Colares, Trajano Ribeiro, Eduardo Chuy, Rosalda Paim e outros. Ex-Membro do Diretório Regional do PDT/RJ. Fundador do Movimento Verde do PDT/RJ. Foi Diretor-Geral do Departamento Geral de Higiene e Vigilância Sanitária, da Secretaria de Estado de Saúde e Higiene/RJ, durante todo o primeiro mandato do Governador Brizola.